- Sonho quase todas as semanas com ele.
- Ah! isso deve ser porque se conheceram numa outra vida.
- Pois... Devia ser meu cão ou coisa assim. É, devia mesmo ser meu cão, mas um dia apaixonou-se por uma cadela (certamente o di) e abandonou-me. É, é mesmo isso. Sim, para cãozinho tem ele jeito. Só podia ser meu cão. Ainda por cima na maioria dos meus sonhos ele aparece do nada, e fica ali especado a ver. Em pé, de braços cruzados e calado. Como um espectador. Pois, ele foi mesmo meu cão noutra vida. Os cães é que ficam especados a olhar para os donos. Gosto dessa ideia do cão. De certeza que era um cão. Sim a ideia do cão agrada-me. Um boxer talvez... não um perdigueiro português, tem mais cara de perdigueiro... um cão! Um cão...
- Desculpa lá interromper, mas é que ainda não disseste nada de jeito.
sábado, abril 30, 2005
quinta-feira, março 24, 2005
coisas...
Caricata e assustadora, assim caracterizo esta situação. Se tivesse acontecido na grande Lisboa, mesmo á frente de uma badalada discoteca já era terrivelmente monstruoso, num bar de uma terrinha nos arredores de Lisboa, é filme autêntico.
Dentro de um bar pequeno e único num raio de 5 km várias pessoas desfrutam de uma bebida e do karaoke habitual de todos os fins-de-semana. Antes de eu chegar, um africano gordo, que gostava de se meter com as pessoas, provoca outro rapaz (vamos lhe chamar Léléu). Léléu que não é para brincadeiras, responde á provocação e seguem-se alguns empurrões.
Pouco depois chego ao bar com um amigo meu, vinda de uma festa da faculdade. No bar já se encontravam vários amigos meus, que presenciaram o pequeno conflito. Na cabeça de todos não passava disso mesmo, um pequeno conflito.
Cerca de meia-hora depois saio do bar com todos os meus amigos, 5 deles ficaram á frente do bar sentados numa paragem a conversar, como habitualmente. Vim-me embora. Estava frio, e tinha prometido á minha mãe que não ia tarde para casa. Agradeço hoje ao meu destino "ter-me mandado embora".
"Praí 15 minutos de tu te teres ido embora deu-se granda confusão". O que se consta é que 15 minutos depois (mais ou menos) de eu me ter ido embora o Léléu sai do bar e começa a perguntar ás pessoas onde o tal Africano está. A única parte da história que ainda hoje ninguém tem a certeza é onde o Africano estava, mas a maioria das pessoas defende que se escondeu num cubículo do bar, e mandou o amigo (branco) por quem se fazia acompanhar embora... é a ideia mais defendida pois muita gente viu o amigo do Africano ir embora sem este.
Continuando... o Léléu começa a ficar nervoso, e telefona ao irmão para ir ter com ele. Passado 7 minutos aparece um rapaz mais alto e mais novo que o Léléu. Este tinha um pormenor chocante... trazia um bastão de basebol na mão, e o Léléu antes do irmão chegar foi ás terras e apanhou um cabo de alta tensão.
- É este? É este? - Pergunta o irmão dirigindo-se a um tio de um amigo meu
- Não calma não é esse. - Léléu dirige-se a um mulato e a um branco que também se encontravam ali á frente do bar para ver como a cena se ia desenrolar. Mal sabiam eles que ver também faz mal. - São estes - Léleu aponta para essa dupla.
- Quê? Sou eu o quê? Tás-te a passar? Não fiz nada pá!
- Eu sou estúpido não? Não te vi com o gajo não? Onde é que ele tá?
O resto das palavras, ninguém sabe dizer, pois transformou-se numa confusão de berros. Rapidamente começam os empurrões, e as agressões verbais. Léléu e o irmão começam a usar as armas que tinham na mão (o bastão e o cabo). As imagens e os barulhos da agressão física "eram horríveis. Só ouvia o barulho do bastão a bater no corpo do mulato. Quando olhei vi o branco a levar com o cabo de tensão que o Léléu tinha, nas costas. O meu namorado puxou-me para ao pé do carro e eu entrei, só que apercebeu-se que não ia conseguir tirar o carro, pois eles estavam á porrada no meio da estrada. Ninguém se conseguia aproximar para os separar." Conta uma amiga minha. "Quando ouvi uma batida mais forte e olhei, desatei a chorar. Nunca me tinha acontecido isso, talvez porque seja rapaz, mas também nunca vi uma imagem daquelas, mariana. O mulato tinha a cabeça em sangue, e metade do taco estava no chão. Ele partiu-lhe um taco de basebol na cabeça mariana! Um taco de basebol, que é forte como tudo!" diz o namorado dessa amiga.
Pouco satisfeito, o irmão do Léléu dirigi-se ao carro para, nada mais, nada menos, ir buscar outro taco de basebol. Neste momento as coisas começam a esfriar. O branco a quem o Léléu estava a agredir ficou caído no chão. As pessoas começam-se a aproximar para os tentar parar. O mulato, que tinha a cara coberta de sangue, num acto de desespero agarra agarra o amigo, e puxa-o para a sua carrinha. As pessoas ali á volta puxam o Léléu e encostam-no á parte lateral e dianteira de um carro para o acalmar. Dentro da carrinha o mulato, tem uma reacção louca. Arranca com a carrinha, no meio da estrada (de 2 vias), dá uma volta de180º e prega a fundo… em direcção ao Léléu. A carrinha bateu no Léléu e em parte do carro, ficando numa posição boa de fuga.
A carrinha arranca, um cliente frequente do bar e conhecido de nós todos (aliás os clientes desse bar conhecem-se quase todos uns aos outros, visto que é um bar numa terra pequena), corre atrás da carrinha pensando que os podia parar. De repente ouvem-se três tiros vindo do meio das pessoas. Um policia á paisana, que tinha estado dentro do bar, que viu o pequeno conflito lá dentro, e que assistiu a toda a cena de pancadaria fora deste, no momento que a carrinha arrancou sacou de uma arma e atirou 3 tiros para o ar, um desses tiros entrou no pára-choques do carro de um amigo meu.
Há pessoas doidas. Todos erramos pois somos humanos. E por isso, um policia, que como todos os policias, teve formação, quando assiste a uma cena de pancadaria e não a tenta parar, e manda 3 tiros para o ar, que sabe que não vão resolver nada, e que podem atingir as cerca de 15 pessoas inocentes que se encontravam á sua volta, não é penalizado. Pois errar é humano…
E quando se pensa que não há mais nada para falar, pois esta situação já se passou há um mês, sabe-se que o Léléu já saiu do hospital (sim sobreviveu, porque saltou quando a carrinha foi contra ele) e não foi preso, e que os 2 homens que fugiram na carrinha (e que todos pensavam que estavam a ser procurados pela policia) apareceram há uns dias na terrinha, a fazer uma espécie de ronda.
Escrevi isto tudo porque ainda não esqueço esta história louca… e porque a história de Lagos que se encontra no site http://www.estradasperdidas.blogspot.com, revolveu-me ainda mais as ideias.
A única pergunta que deixo é: Quem devia ser preso?
Dentro de um bar pequeno e único num raio de 5 km várias pessoas desfrutam de uma bebida e do karaoke habitual de todos os fins-de-semana. Antes de eu chegar, um africano gordo, que gostava de se meter com as pessoas, provoca outro rapaz (vamos lhe chamar Léléu). Léléu que não é para brincadeiras, responde á provocação e seguem-se alguns empurrões.
Pouco depois chego ao bar com um amigo meu, vinda de uma festa da faculdade. No bar já se encontravam vários amigos meus, que presenciaram o pequeno conflito. Na cabeça de todos não passava disso mesmo, um pequeno conflito.
Cerca de meia-hora depois saio do bar com todos os meus amigos, 5 deles ficaram á frente do bar sentados numa paragem a conversar, como habitualmente. Vim-me embora. Estava frio, e tinha prometido á minha mãe que não ia tarde para casa. Agradeço hoje ao meu destino "ter-me mandado embora".
"Praí 15 minutos de tu te teres ido embora deu-se granda confusão". O que se consta é que 15 minutos depois (mais ou menos) de eu me ter ido embora o Léléu sai do bar e começa a perguntar ás pessoas onde o tal Africano está. A única parte da história que ainda hoje ninguém tem a certeza é onde o Africano estava, mas a maioria das pessoas defende que se escondeu num cubículo do bar, e mandou o amigo (branco) por quem se fazia acompanhar embora... é a ideia mais defendida pois muita gente viu o amigo do Africano ir embora sem este.
Continuando... o Léléu começa a ficar nervoso, e telefona ao irmão para ir ter com ele. Passado 7 minutos aparece um rapaz mais alto e mais novo que o Léléu. Este tinha um pormenor chocante... trazia um bastão de basebol na mão, e o Léléu antes do irmão chegar foi ás terras e apanhou um cabo de alta tensão.
- É este? É este? - Pergunta o irmão dirigindo-se a um tio de um amigo meu
- Não calma não é esse. - Léléu dirige-se a um mulato e a um branco que também se encontravam ali á frente do bar para ver como a cena se ia desenrolar. Mal sabiam eles que ver também faz mal. - São estes - Léleu aponta para essa dupla.
- Quê? Sou eu o quê? Tás-te a passar? Não fiz nada pá!
- Eu sou estúpido não? Não te vi com o gajo não? Onde é que ele tá?
O resto das palavras, ninguém sabe dizer, pois transformou-se numa confusão de berros. Rapidamente começam os empurrões, e as agressões verbais. Léléu e o irmão começam a usar as armas que tinham na mão (o bastão e o cabo). As imagens e os barulhos da agressão física "eram horríveis. Só ouvia o barulho do bastão a bater no corpo do mulato. Quando olhei vi o branco a levar com o cabo de tensão que o Léléu tinha, nas costas. O meu namorado puxou-me para ao pé do carro e eu entrei, só que apercebeu-se que não ia conseguir tirar o carro, pois eles estavam á porrada no meio da estrada. Ninguém se conseguia aproximar para os separar." Conta uma amiga minha. "Quando ouvi uma batida mais forte e olhei, desatei a chorar. Nunca me tinha acontecido isso, talvez porque seja rapaz, mas também nunca vi uma imagem daquelas, mariana. O mulato tinha a cabeça em sangue, e metade do taco estava no chão. Ele partiu-lhe um taco de basebol na cabeça mariana! Um taco de basebol, que é forte como tudo!" diz o namorado dessa amiga.
Pouco satisfeito, o irmão do Léléu dirigi-se ao carro para, nada mais, nada menos, ir buscar outro taco de basebol. Neste momento as coisas começam a esfriar. O branco a quem o Léléu estava a agredir ficou caído no chão. As pessoas começam-se a aproximar para os tentar parar. O mulato, que tinha a cara coberta de sangue, num acto de desespero agarra agarra o amigo, e puxa-o para a sua carrinha. As pessoas ali á volta puxam o Léléu e encostam-no á parte lateral e dianteira de um carro para o acalmar. Dentro da carrinha o mulato, tem uma reacção louca. Arranca com a carrinha, no meio da estrada (de 2 vias), dá uma volta de180º e prega a fundo… em direcção ao Léléu. A carrinha bateu no Léléu e em parte do carro, ficando numa posição boa de fuga.
A carrinha arranca, um cliente frequente do bar e conhecido de nós todos (aliás os clientes desse bar conhecem-se quase todos uns aos outros, visto que é um bar numa terra pequena), corre atrás da carrinha pensando que os podia parar. De repente ouvem-se três tiros vindo do meio das pessoas. Um policia á paisana, que tinha estado dentro do bar, que viu o pequeno conflito lá dentro, e que assistiu a toda a cena de pancadaria fora deste, no momento que a carrinha arrancou sacou de uma arma e atirou 3 tiros para o ar, um desses tiros entrou no pára-choques do carro de um amigo meu.
Há pessoas doidas. Todos erramos pois somos humanos. E por isso, um policia, que como todos os policias, teve formação, quando assiste a uma cena de pancadaria e não a tenta parar, e manda 3 tiros para o ar, que sabe que não vão resolver nada, e que podem atingir as cerca de 15 pessoas inocentes que se encontravam á sua volta, não é penalizado. Pois errar é humano…
E quando se pensa que não há mais nada para falar, pois esta situação já se passou há um mês, sabe-se que o Léléu já saiu do hospital (sim sobreviveu, porque saltou quando a carrinha foi contra ele) e não foi preso, e que os 2 homens que fugiram na carrinha (e que todos pensavam que estavam a ser procurados pela policia) apareceram há uns dias na terrinha, a fazer uma espécie de ronda.
Escrevi isto tudo porque ainda não esqueço esta história louca… e porque a história de Lagos que se encontra no site http://www.estradasperdidas.blogspot.com, revolveu-me ainda mais as ideias.
A única pergunta que deixo é: Quem devia ser preso?
domingo, março 20, 2005
Coração - Rapazola
Coração,
Para que se apaixonou por alguém que nunca te amou,
Alguém que nunca vai te amar.
Fazer promessas para nunca mais amar
Alguém que só quer lhe ver sofrer,
Alguém que só quer lhe ver chorar!
Preciso sair dessa, dessa de me apaixonar...
Por quem só quer me fazer sofrer,
Por quem só quer me fazer chorar!
É tão ruim quando alguém machuca a gente
O coração fica doente, sem jeito até pra conversar.
Dói de mais, só quem ama sabe sente,
O que se passa em nossa mente
Na hora de deixar rolar
Nunca mais eu vou provar do teu carinho
Nunca mais eu vou poder te abraçar
Ou será que eu vivo bem melhor sozinho
E se for mais fácil assim pra perdoar
O amor, às vezes só confunde a gente,
Não sei, com você pode ser diferente!
A música que conquistou os brasileiros neste carnaval e o meu coração. Já tinha sido lançada ao ritmo do forró, mas não pegou. Numa nova tentativa a banda Rapazola a lançou em Fevereiro de 2005, em estilo de música de Carnaval (para celebrar essa mesma data, e para ser pegada por milhares de pessoas que dançavam atrás dos trios eléctricos). Pegou! E foi considerada a melhor música deste Carnaval, e "Rapazola" a melhor banda revelação.
Para que se apaixonou por alguém que nunca te amou,
Alguém que nunca vai te amar.
Fazer promessas para nunca mais amar
Alguém que só quer lhe ver sofrer,
Alguém que só quer lhe ver chorar!
Preciso sair dessa, dessa de me apaixonar...
Por quem só quer me fazer sofrer,
Por quem só quer me fazer chorar!
É tão ruim quando alguém machuca a gente
O coração fica doente, sem jeito até pra conversar.
Dói de mais, só quem ama sabe sente,
O que se passa em nossa mente
Na hora de deixar rolar
Nunca mais eu vou provar do teu carinho
Nunca mais eu vou poder te abraçar
Ou será que eu vivo bem melhor sozinho
E se for mais fácil assim pra perdoar
O amor, às vezes só confunde a gente,
Não sei, com você pode ser diferente!
A música que conquistou os brasileiros neste carnaval e o meu coração. Já tinha sido lançada ao ritmo do forró, mas não pegou. Numa nova tentativa a banda Rapazola a lançou em Fevereiro de 2005, em estilo de música de Carnaval (para celebrar essa mesma data, e para ser pegada por milhares de pessoas que dançavam atrás dos trios eléctricos). Pegou! E foi considerada a melhor música deste Carnaval, e "Rapazola" a melhor banda revelação.
Me apaixonei!
De volta!... Depois de uma semana no paraíso.
As tranças começam-se a desfazer,
A pele a cair, as saudades a apertar...
Mas o ritmo, o ritmo da baía,
Eu já peguei e não vou largar.
Depois de tantas exigências:
- Pega o ritmo da baía minina!
Senti-me a entrar numa aura indescritível.
- Nem te reconhecia. Já pegou o ritmo.
O cheiro das pessoas quente e a lembrar o mar, que nos primeiros dias era agressivo para o meu olfacto, foi-se transformando num aroma suave e agradável, que o meu próprio corpo acabou por adoptar.
Agora que cheguei percebi que o tal ritmo de que tanto eles falavam era tudo o que me rodeava:
O cheiro das pessoas, da comida, do ar e do mar, a própria comida, o calor, o mar, a calma, o “swing”, o forro, o zouk, a kizomba... e a simpatia constante em forma de sorriso.
Gravados na minha cabeça estão todos esses sorrisos, que são contagiantes e reconfortantes. Os sorrisos dos empregados do ressort, dos hospedes, dos trabalhadores da balsa, das empregadas das lojas, das senhoras das banquinhas da passerel do álcool, da menina que tava sentada á porta de uma casa a quem eu fiz cócegas, das pessoas por quem passava quando ia na estrada em cima do buggy.
É complicado perceber uma paixão destas. Já presenciei a incompreensão de certas pessoas perante uma pessoa que é loucamente apaixonada por aquele país. A essa pessoa eu digo: Talvez não ame o Brasil como tu amas, mas amo a Baía com um amar profundo... acho mesmo que são amores iguais mas por dimensões diferentes.
Vai ser difícil dormir e não sonhar com uma volta ao paraíso e a união ao ritmo que me envolveu o corpo... e a alma.
Hoje o texto vai assim, meio melancólico, e com palavras pouco vulgares no meu vocabulário... vai um texto sobre um amor louco, indescritível, com fome de mais, e eterno!
As tranças começam-se a desfazer,
A pele a cair, as saudades a apertar...
Mas o ritmo, o ritmo da baía,
Eu já peguei e não vou largar.
Depois de tantas exigências:
- Pega o ritmo da baía minina!
Senti-me a entrar numa aura indescritível.
- Nem te reconhecia. Já pegou o ritmo.
O cheiro das pessoas quente e a lembrar o mar, que nos primeiros dias era agressivo para o meu olfacto, foi-se transformando num aroma suave e agradável, que o meu próprio corpo acabou por adoptar.
Agora que cheguei percebi que o tal ritmo de que tanto eles falavam era tudo o que me rodeava:
O cheiro das pessoas, da comida, do ar e do mar, a própria comida, o calor, o mar, a calma, o “swing”, o forro, o zouk, a kizomba... e a simpatia constante em forma de sorriso.
Gravados na minha cabeça estão todos esses sorrisos, que são contagiantes e reconfortantes. Os sorrisos dos empregados do ressort, dos hospedes, dos trabalhadores da balsa, das empregadas das lojas, das senhoras das banquinhas da passerel do álcool, da menina que tava sentada á porta de uma casa a quem eu fiz cócegas, das pessoas por quem passava quando ia na estrada em cima do buggy.
É complicado perceber uma paixão destas. Já presenciei a incompreensão de certas pessoas perante uma pessoa que é loucamente apaixonada por aquele país. A essa pessoa eu digo: Talvez não ame o Brasil como tu amas, mas amo a Baía com um amar profundo... acho mesmo que são amores iguais mas por dimensões diferentes.
Vai ser difícil dormir e não sonhar com uma volta ao paraíso e a união ao ritmo que me envolveu o corpo... e a alma.
Hoje o texto vai assim, meio melancólico, e com palavras pouco vulgares no meu vocabulário... vai um texto sobre um amor louco, indescritível, com fome de mais, e eterno!
quarta-feira, março 09, 2005
O mundo que adoro!
Uma noite do tipo silenciosa...
Pôr uma música que nos faça pensar que o mundo é cor-de-rosa, e que basta um pequeno gesto para tudo ser perfeito o resto da vida.
Pegar numa Lux de há cinco meses atrás, que foi comprada porque ia ao médico e sabia (como toda a gente sabe) que teria de esperar horas a fio, lê-la do princípio ao fim deliciando-me com as vidas "telenovelescas" da personagens mais estapafúrdias deste planeta.
Ter uma conversa de temas variadíssimos com uma pessoa que costumo apenas cumprimentar.
Ou simplesmente ir buscar os “biquinis”, os tops e os calções, pôr tudo numa mala e pensar que a partir de sábado (e durante uma semana) só o Sol e as paisagens paradisíacas me vão interessar.
É este mundo paralelo que me fascina. Aquele mundo de que não desfruto todos os dias (e nem quero desfrutar, pois aí perdia o seu toque especial).
Quase há um ano estava eu no meu mundo paralelo a enumerar num caderno todas as coisas que tinha naquele momento, que não costumava ter no dia-a-dia... hoje já não as tenho. Talvez na próxima semana faça outra lista noutro caderno, ou numa folha perdida, das coisas que terei nesse momento que não costumo ter habitualmente.
Que venha esse mundo paralelo, para esquecer as bolas de andebol do dia-a-dia, o “setor” de natação do dia-a-dia, a matéria sobre o corpo humano do dia-a-dia, as conversas das idas ao café do dia-a-dia, as caras do dia-a-dia, o namorado do dia-a-dia.
Esse mundo que adoro, esta noite... nos meus sonhos (sem os acidentes de carro dos sonhos do costume). =)
Pôr uma música que nos faça pensar que o mundo é cor-de-rosa, e que basta um pequeno gesto para tudo ser perfeito o resto da vida.
Pegar numa Lux de há cinco meses atrás, que foi comprada porque ia ao médico e sabia (como toda a gente sabe) que teria de esperar horas a fio, lê-la do princípio ao fim deliciando-me com as vidas "telenovelescas" da personagens mais estapafúrdias deste planeta.
Ter uma conversa de temas variadíssimos com uma pessoa que costumo apenas cumprimentar.
Ou simplesmente ir buscar os “biquinis”, os tops e os calções, pôr tudo numa mala e pensar que a partir de sábado (e durante uma semana) só o Sol e as paisagens paradisíacas me vão interessar.
É este mundo paralelo que me fascina. Aquele mundo de que não desfruto todos os dias (e nem quero desfrutar, pois aí perdia o seu toque especial).
Quase há um ano estava eu no meu mundo paralelo a enumerar num caderno todas as coisas que tinha naquele momento, que não costumava ter no dia-a-dia... hoje já não as tenho. Talvez na próxima semana faça outra lista noutro caderno, ou numa folha perdida, das coisas que terei nesse momento que não costumo ter habitualmente.
Que venha esse mundo paralelo, para esquecer as bolas de andebol do dia-a-dia, o “setor” de natação do dia-a-dia, a matéria sobre o corpo humano do dia-a-dia, as conversas das idas ao café do dia-a-dia, as caras do dia-a-dia, o namorado do dia-a-dia.
Esse mundo que adoro, esta noite... nos meus sonhos (sem os acidentes de carro dos sonhos do costume). =)
terça-feira, março 08, 2005
Do Inverno para o Verão ... com uma lista!
O Inverno está a acabar. Mas tu continuas juntinho a mim. O medo... continua... nada a fazer para uma medrosa por defeito.
Queria ser um computador... assim certamente que a minha mãe ia lá e resolvia logo o problema em cinco segundos. Na opção "medrosa por defeito", pedia para ela substituir por "confiante por defeito".
Qualquer dia ainda lhe digo para me instalar aqui umas placas de confiança, e de memória também... que essa anda-me a falhar ("mas isso é porque não tomas os comprimidos para o cérebro como eu te mando!" vai ela dizer quando ler isto).
Mas voltando ao Inverno... este foi rigoroso... engana-se quem pensa que estou a falar do frio que se fez (e se faz) sentir. Tou mesmo a falar do rigor amoroso... vai um mesinho de rigor assumido e outros tantos de paciência (dele... porque minha, nem pensem... nunca hei-de ter).
Por isso vou fazer uma lista de objectivos a atingir (tipo Bridget Jones... já que o meu avô diz que sou parecida com a Renée Zellweger). Vou lutar por eles na Primavera, para no Verão ser a "M- ulher Perfeita". Não se iludem, pois se a Renée teve de engordar um exagero de quilos e mesmo assim a Bridget não conseguiu, duvido muito que eu consiga.
Mas como o que interessa é a intenção cá vai a lista:
- Não vou comer chocolates ( não se riam, este é o objectivo em que deposito mais confiança).
- Vou respirar fundo e contar até 10 quando quiser responder mal.
- Vou confiar em mim.
- Vou confiar nele.
- Não vou pensar na paixaum.
- Não vou gritar nem chorar nos dias de T.P.M. (Tio não tentes perceber esta... só no dia em que os homens forem sensíveis)
- Vou conseguir dizer que não, quando for mesmo preciso.
- Vou passar a todas as cadeiras (o que conta é a intenção, não foi o que escrevi? =) )
- E por fim não vou querer fugir nem vou desistir quando tiver medo!
Pronto a lista já está feita... agora SÓ falta o resto.
Só mesmo em filme!
Queria ser um computador... assim certamente que a minha mãe ia lá e resolvia logo o problema em cinco segundos. Na opção "medrosa por defeito", pedia para ela substituir por "confiante por defeito".
Qualquer dia ainda lhe digo para me instalar aqui umas placas de confiança, e de memória também... que essa anda-me a falhar ("mas isso é porque não tomas os comprimidos para o cérebro como eu te mando!" vai ela dizer quando ler isto).
Mas voltando ao Inverno... este foi rigoroso... engana-se quem pensa que estou a falar do frio que se fez (e se faz) sentir. Tou mesmo a falar do rigor amoroso... vai um mesinho de rigor assumido e outros tantos de paciência (dele... porque minha, nem pensem... nunca hei-de ter).
Por isso vou fazer uma lista de objectivos a atingir (tipo Bridget Jones... já que o meu avô diz que sou parecida com a Renée Zellweger). Vou lutar por eles na Primavera, para no Verão ser a "M- ulher Perfeita". Não se iludem, pois se a Renée teve de engordar um exagero de quilos e mesmo assim a Bridget não conseguiu, duvido muito que eu consiga.
Mas como o que interessa é a intenção cá vai a lista:
- Não vou comer chocolates ( não se riam, este é o objectivo em que deposito mais confiança).
- Vou respirar fundo e contar até 10 quando quiser responder mal.
- Vou confiar em mim.
- Vou confiar nele.
- Não vou pensar na paixaum.
- Não vou gritar nem chorar nos dias de T.P.M. (Tio não tentes perceber esta... só no dia em que os homens forem sensíveis)
- Vou conseguir dizer que não, quando for mesmo preciso.
- Vou passar a todas as cadeiras (o que conta é a intenção, não foi o que escrevi? =) )
- E por fim não vou querer fugir nem vou desistir quando tiver medo!
Pronto a lista já está feita... agora SÓ falta o resto.
Só mesmo em filme!
- Sabes que dia hoje?
- 6 de Março
- ok!
- Faz hoje um ano
- Um ano do ke? so te perguntei pk era os anos do morenaço...
- Ai foi? por momentos tive esperanças...
- sim?!
- Claro que sim! Tonta sê directa...
- Hoje faz um ano que falámos pela primeira vez...
- A sérioo? Parabéns a nós =)
- =)
- tonta
- tonto
- não temos que comemorar
- não? porquê?!
- porque não nos falamos
- tamos a falar ........
(não, não estamos... podiamos, deviamos, mas não estamos... há muito que não falamos. O dia que tu mais querias comemorar não foi comemorado, porque nenhum tem coragem de falar... talvez para o ano)
- 6 de Março
- ok!
- Faz hoje um ano
- Um ano do ke? so te perguntei pk era os anos do morenaço...
- Ai foi? por momentos tive esperanças...
- sim?!
- Claro que sim! Tonta sê directa...
- Hoje faz um ano que falámos pela primeira vez...
- A sérioo? Parabéns a nós =)
- =)
- tonta
- tonto
- não temos que comemorar
- não? porquê?!
- porque não nos falamos
- tamos a falar ........
(não, não estamos... podiamos, deviamos, mas não estamos... há muito que não falamos. O dia que tu mais querias comemorar não foi comemorado, porque nenhum tem coragem de falar... talvez para o ano)
domingo, março 06, 2005
há um ano...
Para quem não escreve à muito tempo este é um bom dia para recomeçar.
- Vá pergunta lá!
- Não! Ele ja pede se for preciso.
- Pergunta lá Mariana!
- Nem sei o nome dele.
- Filipe... Sá... acho que é Filipe Sá!
Passam-se uns segundos
- Então? Já te disse o nome
- Ok! ... Filipe! Sá...
- Sim.
- Precisas de dinheiro?
- Acho que não é preciso... Obrigado.
Sorris... como quem ouviu a conversa toda.
"Estava ali á espera que parasses de discutir com ela, e falasses comigo... demoraste!"
As primeiras palavras, há um ano atrás...
- Paixaum foi a primeira vez que falámos n'é?
- Sim paixaum...
- E tu antes nem sabias quem eu era. Já eu estava fartinho de saber o teu nome, e tu nem sequer da minha cara te lembravas.
Já passou, foi há um ano... agora é outro ano, outra vida, outro cãozinho do amigo...
- Vá pergunta lá!
- Não! Ele ja pede se for preciso.
- Pergunta lá Mariana!
- Nem sei o nome dele.
- Filipe... Sá... acho que é Filipe Sá!
Passam-se uns segundos
- Então? Já te disse o nome
- Ok! ... Filipe! Sá...
- Sim.
- Precisas de dinheiro?
- Acho que não é preciso... Obrigado.
Sorris... como quem ouviu a conversa toda.
"Estava ali á espera que parasses de discutir com ela, e falasses comigo... demoraste!"
As primeiras palavras, há um ano atrás...
- Paixaum foi a primeira vez que falámos n'é?
- Sim paixaum...
- E tu antes nem sabias quem eu era. Já eu estava fartinho de saber o teu nome, e tu nem sequer da minha cara te lembravas.
Já passou, foi há um ano... agora é outro ano, outra vida, outro cãozinho do amigo...
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Não sei que nome dar
Saudades de quem está perto,
Alguém que não é certo
e com insegurança me faz agir...
e com esperança me faz sorrir.
Diz que não mente.
- É tudo verdade!
Diz que tudo o que sente
É mais que amizade.
Acreditar? Não sei...
mais uma vez sem certezas...
mais uma vez esperarei
que o amor traga as suas realezas,
os seus tesouros, as suas verdades...
até que um dia me cansarei.
- É mesmo assim,
não há verdades absolutas...
mas acredita em mim,
tu só pensas e não lutas...
assim nunca descobrirás...
(Diz dona verdade)
Antes a confiança trouxeram-me terceiros...
Agora ela não vem nem com o vento
- Esperas por bruxas, magia ou feiticieiros?...
não esperes por eles nem pelo tempo!
Acreditar na tua verdade
é ver de olhos fechados,
é esperar que a tua sinceridade
seja a história dos bem-amados,
e aquela que eu quero ouvir.
Um beijo mais arriscado
faz-me confiar
Uma frase mais de fugida
faz-me desabar...
e assim vivo ao sabor do vento,
do teu vento... do teu tempo!
Alguém que não é certo
e com insegurança me faz agir...
e com esperança me faz sorrir.
Diz que não mente.
- É tudo verdade!
Diz que tudo o que sente
É mais que amizade.
Acreditar? Não sei...
mais uma vez sem certezas...
mais uma vez esperarei
que o amor traga as suas realezas,
os seus tesouros, as suas verdades...
até que um dia me cansarei.
- É mesmo assim,
não há verdades absolutas...
mas acredita em mim,
tu só pensas e não lutas...
assim nunca descobrirás...
(Diz dona verdade)
Antes a confiança trouxeram-me terceiros...
Agora ela não vem nem com o vento
- Esperas por bruxas, magia ou feiticieiros?...
não esperes por eles nem pelo tempo!
Acreditar na tua verdade
é ver de olhos fechados,
é esperar que a tua sinceridade
seja a história dos bem-amados,
e aquela que eu quero ouvir.
Um beijo mais arriscado
faz-me confiar
Uma frase mais de fugida
faz-me desabar...
e assim vivo ao sabor do vento,
do teu vento... do teu tempo!
segunda-feira, dezembro 27, 2004
Retrospectiva do ano de 2004
Janeiro
Era Inverno, como em todos os anos. Começava um 2º período de aulas (no 12º) que se anunciava muito atarefado. Ainda só tinha tido 3 meses de aulas com a "Cebola" e já não a podia ver à frente. Lembro-me que nesse mês recebi um trabalho da disciplina dela em que tive Excelente. As outras disciplinas não me chateavam muito, e a Matemática até estava a correr bem (com a Ana sempre do meu lado). Amores? Andava calminha. Comecei o ano com o pé direito.
Fevereiro
Não me lembro de nada especial em Fevereiro. O mais provável era estar atarefada, porque lembro-me que esse período só me queixava aos "setores" que haviam muitos trabalhos para fazer. Devo ter sonhado um bocadinho com a Viagem de Finalistas.
Março
Um mês alegre. O parvo do Rato fez anos e eu fui. Comecei a falar mais com o Nuninho. Falei a primeira vez com a "paixaum". Tive uma excelente visita de estudo a Évora. A minha Mãe fez anos, e fomos jantar ao Hard Rock Café. O Marco fez anos e fomos jantar... ao Hard Rock Café. Os morenaços aproximaram-se. as loiraças aproximaram-se. O "setor" de I.T.I. refilava comigo, porque chegava sempre atrasada à aula dele ás terças ás 8h da manhã (o único dia da semana que entrava ás 8h), mas acabava sempre mais cedo que os outros 4 (merecido 20). A Viagem estava aí a uns dias.
Abril
Devia ser o melhor mês do ano. Fazia anos, o meu maninho fazia anos, vários amigos meus faziam anos e era a Viagem de Finalistas. “Tinóni” deitou tudo por água abaixo. Os momentos com as loiraças e a entrada da “paixaum” na minha vida (meio atribulada) são as únicas coisas boas que guardo desse mês. Final do mês em cheio... a “paixaum” conseguiu-me fazer rir da desgraça e ficou coladinho a mim.
Maio
O mês foi passado assim: =D
Exames à porta. O mês foi todo entre o estudo e a “paixaum”. O único momento mais triste foi mesmo o jogo de futebol Benfica - Sporting. Mas para não variar... quem estava para me consolar? Nem vale a pena responder. No fim do mês comecei a “bloggar”
Junho, Julho e Agosto
Já fiz anteriormente uma retrospectiva sobre estes meses por isso nao vou estar a repetir-me, fica apenas um pequeno resumo. “Rock in Rio”, exames, anos da bisavó, exames, Algarve. A “paixaum” que em Junho e Julho estava em alta, em Agosto foi desaparecendo.
Setembro
Ida a Sesimbra espectacular. Várias idas à praia com a Ritinha. Noites no bar e no "excepto" só de karaoke e risadas. Começo da faculdade. Muita praxe, muitas pessoas novas e outro ritmo de vida. Um mês que passou a correr, mas que foi espectacular. Grandes recordações. O irmão gémeo da “paixaum” já se aproximava, mas ainda tinha o Verão na cabeça... não queria o Inverno tão cedo.
Outubro
Ginástica, Basquetebol, Ginástica, Basquetebol, Ginástica, Basquetebol... dormir. Passou a correr. A anatomofisiologia não me estava a correr bem... mas o 15 a Matemática confortou-me. O irmão gémeo do Verão aproximava-se cada vez mais... e que preocupada com as barras fixas, e a bola de basquetebol. Fui ver o concerto de Ivete Sangalo e adorei!
Novembro
O irmão gémeo do Verão colou-se... o Inverno chegou um mês antes para mim. O Natal aproximava-se... e o frio congelava-me nas manhãs (7h da manhã mais precisamente) de Segunda, Quarta e Sexta, e nas tardes (19h da Tarde mais precisamente) de Terça e Quinta. O irmão gémeo revelou-se um aconchego para um Inverno tão friorento. As aulas decorreram dentro do normal.
Dezembro
Fui a Aveiro matar saudades e descansar. Entretanto acabaram-se as aulas e começaram as combinações para a passagem de Ano. O Natal trouxe-me a música que me vai acompanhar durante todo o 2005. Music with me é a única promessa que faço para 2005, pois 2004 mostrou-me que sonhar e prometer não valem de nada... temos mesmo é que concretizar!
P.S. Bloguistas façam todos uma retrospectiva do vosso 2004 (é que eu sou muito “cusca” =P ).
Bom 2005 para todos!
Era Inverno, como em todos os anos. Começava um 2º período de aulas (no 12º) que se anunciava muito atarefado. Ainda só tinha tido 3 meses de aulas com a "Cebola" e já não a podia ver à frente. Lembro-me que nesse mês recebi um trabalho da disciplina dela em que tive Excelente. As outras disciplinas não me chateavam muito, e a Matemática até estava a correr bem (com a Ana sempre do meu lado). Amores? Andava calminha. Comecei o ano com o pé direito.
Fevereiro
Não me lembro de nada especial em Fevereiro. O mais provável era estar atarefada, porque lembro-me que esse período só me queixava aos "setores" que haviam muitos trabalhos para fazer. Devo ter sonhado um bocadinho com a Viagem de Finalistas.
Março
Um mês alegre. O parvo do Rato fez anos e eu fui. Comecei a falar mais com o Nuninho. Falei a primeira vez com a "paixaum". Tive uma excelente visita de estudo a Évora. A minha Mãe fez anos, e fomos jantar ao Hard Rock Café. O Marco fez anos e fomos jantar... ao Hard Rock Café. Os morenaços aproximaram-se. as loiraças aproximaram-se. O "setor" de I.T.I. refilava comigo, porque chegava sempre atrasada à aula dele ás terças ás 8h da manhã (o único dia da semana que entrava ás 8h), mas acabava sempre mais cedo que os outros 4 (merecido 20). A Viagem estava aí a uns dias.
Abril
Devia ser o melhor mês do ano. Fazia anos, o meu maninho fazia anos, vários amigos meus faziam anos e era a Viagem de Finalistas. “Tinóni” deitou tudo por água abaixo. Os momentos com as loiraças e a entrada da “paixaum” na minha vida (meio atribulada) são as únicas coisas boas que guardo desse mês. Final do mês em cheio... a “paixaum” conseguiu-me fazer rir da desgraça e ficou coladinho a mim.
Maio
O mês foi passado assim: =D
Exames à porta. O mês foi todo entre o estudo e a “paixaum”. O único momento mais triste foi mesmo o jogo de futebol Benfica - Sporting. Mas para não variar... quem estava para me consolar? Nem vale a pena responder. No fim do mês comecei a “bloggar”
Junho, Julho e Agosto
Já fiz anteriormente uma retrospectiva sobre estes meses por isso nao vou estar a repetir-me, fica apenas um pequeno resumo. “Rock in Rio”, exames, anos da bisavó, exames, Algarve. A “paixaum” que em Junho e Julho estava em alta, em Agosto foi desaparecendo.
Setembro
Ida a Sesimbra espectacular. Várias idas à praia com a Ritinha. Noites no bar e no "excepto" só de karaoke e risadas. Começo da faculdade. Muita praxe, muitas pessoas novas e outro ritmo de vida. Um mês que passou a correr, mas que foi espectacular. Grandes recordações. O irmão gémeo da “paixaum” já se aproximava, mas ainda tinha o Verão na cabeça... não queria o Inverno tão cedo.
Outubro
Ginástica, Basquetebol, Ginástica, Basquetebol, Ginástica, Basquetebol... dormir. Passou a correr. A anatomofisiologia não me estava a correr bem... mas o 15 a Matemática confortou-me. O irmão gémeo do Verão aproximava-se cada vez mais... e que preocupada com as barras fixas, e a bola de basquetebol. Fui ver o concerto de Ivete Sangalo e adorei!
Novembro
O irmão gémeo do Verão colou-se... o Inverno chegou um mês antes para mim. O Natal aproximava-se... e o frio congelava-me nas manhãs (7h da manhã mais precisamente) de Segunda, Quarta e Sexta, e nas tardes (19h da Tarde mais precisamente) de Terça e Quinta. O irmão gémeo revelou-se um aconchego para um Inverno tão friorento. As aulas decorreram dentro do normal.
Dezembro
Fui a Aveiro matar saudades e descansar. Entretanto acabaram-se as aulas e começaram as combinações para a passagem de Ano. O Natal trouxe-me a música que me vai acompanhar durante todo o 2005. Music with me é a única promessa que faço para 2005, pois 2004 mostrou-me que sonhar e prometer não valem de nada... temos mesmo é que concretizar!
P.S. Bloguistas façam todos uma retrospectiva do vosso 2004 (é que eu sou muito “cusca” =P ).
Bom 2005 para todos!
sexta-feira, dezembro 24, 2004
Legenda da Foto
De cima para baixo e da esquerda para a direita:
- Nuno, São e eu de chupeta (Eles tão felizes, e eu como se não fosse nada cmg)
- Vóvó, Mário e eu (Eu e o Tio nos lugares do vôvô. Ele á mesa e eu no sofá)
- A minha bis-avó comigo (espírito de Natal ao rubro)
- Foto de Familia - Avós, Pedro no colo da aví, eu, Miguel, Filipe e tio Mário a tirar foto (os 4 primeiros queridos dos avós)
- A vóvó e eu (o mimo todo para mim, e o vôvô já todo ciumento)
- Pai e filha (sempre juntos, muito parecidos, muito unidos)
- Eu e o Tio Pedro (falta a Tia Ana e o André mas não arranjei nenhuma foto =/ )
- Eu, Pedro e Vôvô em Lagos a descobrir as diferenças
- O Mano e eu a fazermos a festa sozinhos (ele devia estar a gritar pelo Benfica e eu pelo Sporting =P )
- Vôvô comigo no Algarve (na época que acampávamos)
- Eu com a minha mais que tudo (sempre lindas, sempre juntas)
- Pató e Tunga (o último sempre a aturar as nossas maluquices). Onde quer que estejam Bom Natal!
Familia digam lá que não ficaram com saudades?
Desculpem mas não deu mesmo para pôr todos, mas uns representam uns outros, pois afinal somos uma família. Bom Natal a todos! Beijos da filha, irmã, neta, sobrinha e prima.
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Espírito natalício
Já é dia 23 e eu ainda nao sinto nada... "Mas devias sentir alguma coisa?" perguntam vocês.
Sim, devia sentir aquele “nervosinho” na barriga, aquela vontade de comer doces até me fartar sem pensar nas borbulhas nem nas gorduras, e a pergunta "O que serão os meus presentes?" não me devia sair da cabeça. Se durante tantos foi assim, porque é que agora nao pode ser?
Ontem acabei as aulas. Nem a natação, nem o handebol me fizeram sentir um certo espírito natalício. Só em gestão é que senti um pouco, mas nao foi o meu, mas sim o espírito natalício do “setor”, que queria despachar a aula para ir para o almoço de natal com os colegas da faculdade.
Na rua as únicas conversas alusivas ao Natal, que eu ouvi, eram sobre a matança do porco. Apeteceu-me dizer "Ó minha gente é natal e vocês querem é ir matar o porco?". Mas não o posso fazer: 1º porque não tenho nada a ver com a conversa; 2º Se eu nem sinto o espírito natalício, como vou dizer aos outros o que é correcto?Resumindo: Hoje é dia 23 de Dezembro, amanhã dia 24 e depois de amanha dia 25... só!
Sim, devia sentir aquele “nervosinho” na barriga, aquela vontade de comer doces até me fartar sem pensar nas borbulhas nem nas gorduras, e a pergunta "O que serão os meus presentes?" não me devia sair da cabeça. Se durante tantos foi assim, porque é que agora nao pode ser?
Ontem acabei as aulas. Nem a natação, nem o handebol me fizeram sentir um certo espírito natalício. Só em gestão é que senti um pouco, mas nao foi o meu, mas sim o espírito natalício do “setor”, que queria despachar a aula para ir para o almoço de natal com os colegas da faculdade.
Na rua as únicas conversas alusivas ao Natal, que eu ouvi, eram sobre a matança do porco. Apeteceu-me dizer "Ó minha gente é natal e vocês querem é ir matar o porco?". Mas não o posso fazer: 1º porque não tenho nada a ver com a conversa; 2º Se eu nem sinto o espírito natalício, como vou dizer aos outros o que é correcto?Resumindo: Hoje é dia 23 de Dezembro, amanhã dia 24 e depois de amanha dia 25... só!
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Gregos e Troianos
ali no blog ao lado há muito que não se "posta" nada, sendo o último sobre o Futebol Clube do Porto. Será que o jogo do benfica no domingo passado, é a razão de tal silêncio?
Respeito... mas Titio pensa ao menos que perdeste com um clube de Lisboa, e é para ires te habituando, porque daqui a umas semanitas o slb vai perder outra vez com outro clube de Lisboa, e que mora bem mais perto da tal "catedral".
Como boa Sportinguista não podia também deixar escapar esta oportunidade de... dar os parabéns ao dono de outro blog, já que este "Homem... senhor... jovem... rapaz... menino" é do Belenenses.
Parabéns ainda ao jogador Gonçalo Brandão, que apesar de ter jogado não mais que 5 minutos, viu a sua equipa ganhar em/ao grande.
Respeito... mas Titio pensa ao menos que perdeste com um clube de Lisboa, e é para ires te habituando, porque daqui a umas semanitas o slb vai perder outra vez com outro clube de Lisboa, e que mora bem mais perto da tal "catedral".
Como boa Sportinguista não podia também deixar escapar esta oportunidade de... dar os parabéns ao dono de outro blog, já que este "Homem... senhor... jovem... rapaz... menino" é do Belenenses.
Parabéns ainda ao jogador Gonçalo Brandão, que apesar de ter jogado não mais que 5 minutos, viu a sua equipa ganhar em/ao grande.
domingo, dezembro 12, 2004
Coincidências
Coincidências... existem? Não quando se situam no mundo do futebol e incluem um árbitro (ou mais). É coincidência o Sporting, no jogo em que poderia ficar em 1º lugar (eu sei que isso não significa nada, pois não era com este jogo que ganhava o campeonato, mas certamente faria “raivinha” a alguns clubes), ver um golo anulado com a desculpa que era fora de jogo?
Dúvidas se era ou não fora de jogo só houve para o árbitro, pois o árbitro auxiliar afirmava com toda a certeza que era fora de jogo, e o resto do país que via o jogo afirmava com toda a certeza que não era fora de jogo. No entanto não somos nós que estamos no campo mas sim o senhor Pedro Ferreira (infelizmente). Acho que até o meu tio e o meu primo, que têm o mesmo nome que este senhor, teriam feito melhor trabalho.
Mas o mundo é feito de coincidências... e o futebol também (com o pintinho na "xoldra" ou não).
Só desejo é que o slb não sofra hoje também de algumas coincidências.
Dúvidas se era ou não fora de jogo só houve para o árbitro, pois o árbitro auxiliar afirmava com toda a certeza que era fora de jogo, e o resto do país que via o jogo afirmava com toda a certeza que não era fora de jogo. No entanto não somos nós que estamos no campo mas sim o senhor Pedro Ferreira (infelizmente). Acho que até o meu tio e o meu primo, que têm o mesmo nome que este senhor, teriam feito melhor trabalho.
Mas o mundo é feito de coincidências... e o futebol também (com o pintinho na "xoldra" ou não).
Só desejo é que o slb não sofra hoje também de algumas coincidências.
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Aqui!
Voltei!
Estava por lá... mas tendo "lá" internet (como aki), foi como se tivesse emigrado... descanso! A minha ilha deserta... sem chatices, sem setores, sem trabalhos, sem "cadeiras" para passar, sem aulas de natação para me desanimar, sem "pernas de bruços" com o pé esquerdo defeituoso. Aproveitar o dia desde cedo, mas sem nada para desanimar. Até estudei!
Renovada! Furacão de novo...
Estava por lá... mas tendo "lá" internet (como aki), foi como se tivesse emigrado... descanso! A minha ilha deserta... sem chatices, sem setores, sem trabalhos, sem "cadeiras" para passar, sem aulas de natação para me desanimar, sem "pernas de bruços" com o pé esquerdo defeituoso. Aproveitar o dia desde cedo, mas sem nada para desanimar. Até estudei!
Renovada! Furacão de novo...
sábado, novembro 20, 2004
quinta-feira, novembro 18, 2004
Gato Fedorento (só para quem percebe)
- Estou-lhe a dizer, farfalho, kunami, funini, katuki e maracaté!
- Ó senhor doutor
- Senhor doutor
- Ó senhor doutor
- Senhor doutor
- Senhores Deputados... a situação do país é grave! podiam-me dar a vossa opinião?
- Olhe a tragédia que se bateu no nosso país provoca em mim uma tristeza que eu nao consigo exprimir por palavras... mas que felizmente consigo transmitir através de uma dança tradicional do zimbabwe.
- A minha opinião é muito simples... porque o que aconteceu é muito simples meu amigo. O que aconteceu meu amigo é que eu chego aqui e sou logo confrontado com certas e determinadas situações. Então eu digo "Então como é que é?", e os gajos "Ah! e tal...". Ah! e tal não, Ah! e tal não. Então eu venho lá de baixo e dizem-me não sei quê, chego cá acima afinal parece que não. Então em que é que ficamos?
É que eu sou um gajo pá que dou-me bem com toda a gente, sim senhor, para mim está tudo bem... e fazem-me isto. É que eu assim deixo de vir aqui, vou fazer a minha vida para outro sítio, sítios onde inclusivamente malta me diz "epah e tal sim senhor!". É para lá que eu vou, e deixo de vir aqui pah! Porque quando eu vejo que há aí palhaços pá que falam, falam, falam, falam, falam falam e eu não os vejo a fazer nada fico chateado, com certeza que fico chateado!"
- OH! isso não é nada... porque você reclama mas a minha vida é que dava um filme Indiano"
Para quem não percebeu nada, isto são excertos de sketches do programa "Gato Fedorento" que dava na SicRadical. O programa já acabou, mas ainda vão a tempo, porque os sketches estão disponíveis na Internet, ou então no DVD. Excertos dos sketches "Um Quilinho de Kunami", "Ó senhor doutor", "Não consigo transmitir por palavras", "O homem que parece que aconteceu não sei o quê" e referência ao sketche "A minha vida dava um filme Indiano".
- Ó senhor doutor
- Senhor doutor
- Ó senhor doutor
- Senhor doutor
- Senhores Deputados... a situação do país é grave! podiam-me dar a vossa opinião?
- Olhe a tragédia que se bateu no nosso país provoca em mim uma tristeza que eu nao consigo exprimir por palavras... mas que felizmente consigo transmitir através de uma dança tradicional do zimbabwe.
- A minha opinião é muito simples... porque o que aconteceu é muito simples meu amigo. O que aconteceu meu amigo é que eu chego aqui e sou logo confrontado com certas e determinadas situações. Então eu digo "Então como é que é?", e os gajos "Ah! e tal...". Ah! e tal não, Ah! e tal não. Então eu venho lá de baixo e dizem-me não sei quê, chego cá acima afinal parece que não. Então em que é que ficamos?
É que eu sou um gajo pá que dou-me bem com toda a gente, sim senhor, para mim está tudo bem... e fazem-me isto. É que eu assim deixo de vir aqui, vou fazer a minha vida para outro sítio, sítios onde inclusivamente malta me diz "epah e tal sim senhor!". É para lá que eu vou, e deixo de vir aqui pah! Porque quando eu vejo que há aí palhaços pá que falam, falam, falam, falam, falam falam e eu não os vejo a fazer nada fico chateado, com certeza que fico chateado!"
- OH! isso não é nada... porque você reclama mas a minha vida é que dava um filme Indiano"
Para quem não percebeu nada, isto são excertos de sketches do programa "Gato Fedorento" que dava na SicRadical. O programa já acabou, mas ainda vão a tempo, porque os sketches estão disponíveis na Internet, ou então no DVD. Excertos dos sketches "Um Quilinho de Kunami", "Ó senhor doutor", "Não consigo transmitir por palavras", "O homem que parece que aconteceu não sei o quê" e referência ao sketche "A minha vida dava um filme Indiano".
quarta-feira, novembro 17, 2004
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